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Polaroide Poética

Imagine poder reescrever frases de grandes poetas como Manoel de Barros, Alice Ruiz, Mário Quintana, Sérgio Vaz e Paulo Leminski e ainda levar para casa uma fotografia da ação?! Essa é a proposta do “Polaroide Poética”, que revela de forma instantânea a poesia e a fotografia contidas no dia a dia. Para promover a interação do público com a literatura, palavras extraídas de trechos de obras dos poetas já citados ficam espalhadas sobre uma mesa e podem ser fixadas em quadros metálicos na forma de ímãs, permitindo o toque real na poesia, nas palavras e na literatura.

De forma singular, o público é convidado a dar novos sentidos às palavras e aos fatos cotidianos. As palavras não se encontram na ordem original do poema, mas embaralhadas e dispostas separadamente, a fim de permitir que o participante da atividade possa juntá-las da forma como desejar, seja recriando a poesia do autor escolhido, ou resignificando-as, criando novos poemas com as mesmas palavras.

Em seguida, o “poeta polaroide” pode registrar a poesia criada e eternizá-la em imagens por meio de uma cabine fotográfica. Ele entra na cabine e posa para a câmera com o quadro poético. Em poucos segundos, uma foto é impressa, revelando o resultado de um retrato poético do cotidiano. Através do “Polaroide Poética”, o público sai do lugar de expectador e passa ao lugar de protagonista da ação, já que o projeto mistura diferentes tipos de expressões artísticas como fotografia, poesia, literatura e passeia entre o novo, o moderno e o retrô.